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	<title>Inova SC - Santa Catarina</title>
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	<description>O estado máximo em inovação.</description>
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		<title>Código de ciência, tecnologia e inovação cria regime diferenciado para aquisição de bens</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 16:57:19 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto de lei que cria o Código Nacional de Ciência Tecnologia e Inovação estabelece um regime diferenciado para a aquisição de bens e contratação de serviços. Pela proposta, as instituições de pesquisa não precisarão mais cumprir todas as diretrizes da Lei de Licitações (Lei nº 8.666/1993) e do Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos (Lei nº 8.112/1990).</p>
<p>Conforme o texto em tramitação simultânea no Senado e na Câmara dos Deputados, as aquisições e contratações de equipamentos e materiais para as entidades de ciência, tecnologia e inovação (ECTIs) públicas poderão fazer seleção simplificada de fornecedores (a partir de três orçamentos colhidos em prazo de até 15 dias) ou mesmo contratações diretas, quando o valor global não ultrapassar os R$ 30 mil.</p>
<p>A proposta também prevê que o pesquisador público sob regime de dedicação exclusiva poderá, “desde que sem prejuízo das atividades de ensino e pesquisa”, exercer atividades remuneradas de pesquisa e inovação em ECTIs privadas.</p>
<p>Para a presidenta da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Helena Nader, o código poderá “mudar alguns paradigmas” e flexibilizar as exigências legais que hoje chegam a inviabilizar atividades em laboratórios e centros de pesquisa, embora ela deixe claro que não gosta do termo flexibilização. “Flexibilizar dá uma conotação ruim, como fechar os olhos. Mas não é isso que queremos. Queremos ter o direito de exercer a função corretamente. Hoje está impossível”, avalia.</p>
<p>Segundo Helena, auditores e fiscais de órgãos de controle costumam ter interpretações diferentes sobre a legislação de prestação de contas. “É preciso ter uma interpretação homogênea da lei”, observa. Para a presidenta da SBPC, isso atrapalha o andamento de estudos e projetos e traz insegurança jurídica aos pesquisadores.</p>
<p>Em parte, segundo os cientistas, a insegurança jurídica é causada pelas contradições das normas. “A Instrução Normativa 01/1993 impede que o servidor público faça alguma atividade fora da dedicação exclusiva dele. Por outro lado, a Lei de Inovação, de 2006, incentiva o pesquisador a promover a inovação fora da academia. Essas leis são contraditórias”, reclama Mario Neto Borges, presidente do Conselho Nacional das Fundações de Amparo à Pesquisa (Confap).</p>
<p>Borges ressalta que “o arcabouço legal usado para ciência, tecnologia e inovação não foi desenvolvido para esta finalidade. É totalmente inadequado, está impedindo as atividades de CT&amp;I [ciência, tecnologia e inovação] ou, no mínimo, dificultando que essas ações possam ocorrer na velocidade desejada.”</p>
<p>O gerente de Inovação do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), Célio Cabral, concorda que o marco legal em vigor dificulta a atividade de pesquisa e inovação e lembra que, com boa intenção, o “arcabouço legal utilizado para a contratação de serviços e aquisição de bens foi feito para tentar impedir a corrupção”.</p>
<p>O procurador Marinus Eduardo Marsico, integrante do Ministério Público no Tribunal de Contas da União (TCU), admite que “são justas” as  alegações dos pesquisadores, porém lembra que a Lei de Licitações prevê a dispensa de exigibilidade. “Nem todas as atividades podem seguir todos os ritos”, diz. Para Marsico, a discussão deve ser feita no âmbito da lei em vigor. De acordo com ele, a criação de regime diferenciado para cada atividade específica “pode ser um desastre para a administração pública”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gilberto Costa - Agência Brasil</p>
<div><a title="Agência Brasil" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-02-21/codigo-de-ciencia-tecnologia-e-inovacao-cria-regime-diferenciado-para-aquisicao-de-bens" target="_blank">Link de origem</a></div>
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		<title>O desafio da inovação</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 15:19:34 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O crescimento do desemprego e a disparidade de renda abalaram democracias em todo o mundo ocidental no ano passado. O desemprego entre os jovens, em particular, foi persistente e abrangente &#8211;os Estados Unidos tiveram o maior desemprego de jovens em 2011, e ele alcançou 45% na Espanha. A criação de empregos sofreu não apenas por causa do excesso de dívida. Economias avançadas viram uma maciça erosão na manufatura, e as novas empresas se concentraram demais em promover o consumo.</p>
<p>As companhias de internet brotaram no Vale do Silício graças ao baixo custo e à facilidade de criar produtos para a web. Elas conseguem ter uma escala global enquanto mantêm uma folha de funcionários relativamente baixa. O ano de 2011 foi um marco para as empresas da internet, e várias novatas abriram seu capital, levantando mais de US$ 3,5 bilhões no melhor ano de ofertas públicas iniciais desde 2000. Entre elas, LinkedIn, Zynga, Groupon e Renren, uma rede social chinesa. E o Facebook recentemente protocolou uma oferta inicial de ações no montante de US$ 5 bilhões.</p>
<p>No entanto, essas empresas prosperam incentivando o consumo, seja através de jogos, de redes sociais ou de compras em grupo com desconto.</p>
<p>Em comparação, os setores tecnológicos voltados para a produção em tratamentos de saúde, materiais avançados e enerdegia tiveram sucesso limitado nos EUA. A maioria dos investimentos em tecnologia limpa absorveu capital e ainda não deu retornos aos investidores. Muitos que conseguiram crescer ainda não são muito rentáveis. O sucesso das novas empresas da internet voltadas para o consumo deixou para trás os investimentos em produção.</p>
<p>É a tecnologia que garante um crescimento equitativo. Pense nos telefones celulares: existem mais de 5 bilhões de usuários em todo o mundo.</p>
<p>Seria possível que todos eles tivessem linhas fixas, em vez disso? Haveria cobre suficiente no mundo para estender cabos até os trabalhadores mais pobres da Índia e da China que hoje usam celulares? E ele poderia ser extraído com rapidez suficiente e impacto ambiental limitado, e poderia ser usado para estender linhas a consumidores de poucas posses? Quase todas as conveniências modernas que o Ocidente considera normais terão de sofrer reengenharia para se tornarem mais baratas e melhores para uso em grande escala no mundo em desenvolvimento.</p>
<p>Existe uma dicotomia aqui. As economias avançadas do Ocidente não conseguem gerar empregos em parte devido à sua incapacidade de competir com a Ásia na manufatura em larga escala, e isso, por sua vez, limitou sua capacidade de escalar companhias tecnológicas voltadas para a produção.</p>
<p>No Oriente, o surgimento da manufatura &#8211;e, no caso da Índia, a terceirização de tecnologia da informação&#8211; criou rendas mais altas, uma forte cultura de consumo e a necessidade de eficiência energética e de recursos. A rápida urbanização e industrialização no mundo em desenvolvimento é uma tendência irreversível. De repente, existem bilhões de consumidores na Ásia que podem aspirar ao padrão de vida das economias avançadas, e suprir essa demanda exigirá um salto gigantesco de inovação em setores como energia, química, saúde, transporte e água.</p>
<p>Mas os mercados emergentes estão atrasados em inovação porque seu ecossistema de empreendedorismo, instituições de educação superiores e infraestrutura de pesquisa são muito menos robustos. Principalmente, o empreendedorismo é celebrado na cultura americana. O Vale do Silício é o produto dessa cultura. Como locomotiva de inovação do mundo, o Vale do Silício deveria abrir caminho na comercialização de tecnologias revolucionárias capazes de reduzir as restrições aos recursos mundiais e reforçar a produção.</p>
<p>Mas as novatas devem estar perto de seus clientes, e pode-se argumentar que as novatas industriais e de tecnologia limpa do Vale do Silício foram impelidas ao sucesso porque seus verdadeiros clientes estão nos mercados emergentes. De um ponto de vista econômico, a mudança climática e a eficiência dos recursos são mais problemáticos para os países em desenvolvimento. Além disso, como demonstrou a falência de novas empresas de energia limpa americanas, a inovação que precisa ser apoiada pelos governos é difícil de sustentar.</p>
<p>De maneira semelhante, empreendimentos de internet ao consumidor em mercados emergentes só são capazes de copiar desajeitadamente as ideias do exterior. Embora exista uma classe média em rápido crescimento com acesso à internet na Índia e na China, os EUA ainda têm a maior e mais rica base de consumidores, o que o torna um pioneiro natural para a inovação na internet de consumo.</p>
<p>A internet está desafiando a hegemonia das nações. Uma nova empresa de internet em qualquer país pode alcançar consumidores em todo o mundo. Porém, o mesmo não é verdade para os empreendimentos focados na produção. A maior integração econômica os ajudarão a se globalizar mais. Para promover a inovação em setores voltados para a produção, os países precisam promover um fluxo mais livre de tecnologia, mão de obra e capital e criar instituições e leis que promovam a mesma abertura. Precisa haver uma simbiose entre talento empresarial, capital de investimento e setores que precisam de inovação transformadora. Somente então o crescimento econômico global será inclusivo e harmonioso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Rajeev Mantri &#8211; Folha de São Paulo &#8211; 22/02/2012</p>
<p><a title="Folha de São Paulo" href="http://www1.folha.uol.com.br/tec/1050549-o-desafio-da-inovacao.shtml" target="_blank">Link de origem</a></p>
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		<title>Inovação: competitividade do início ao fim</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 18:50:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Especialista aponta dicas essenciais para colocar uma empresa no caminho da inovação e competitividade Ter a inovação como diferencial competitivo já é o objetivo de grande parte dos gestores brasileiros, mas ainda existe uma carência de práticas capazes de criar uma cultura de inovação nas companhias. Em uma pesquisa realizada pela consultoria Innoscience com cerca [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Especialista aponta dicas essenciais para colocar uma empresa no caminho da inovação e competitividade</em></p>
<p>Ter a inovação como diferencial competitivo já é o objetivo de grande parte dos gestores brasileiros, mas ainda existe uma carência de práticas capazes de criar uma cultura de inovação nas companhias.<br />
Em uma pesquisa realizada pela consultoria Innoscience com cerca de 80 executivos, 91% dos entrevistados colocaram a inovação entre as 10 maiores prioridades de sua empresa, porém apenas 23% identificam a existência de um ambiente favorável à proposição de ideias, baixa aversão ao risco e reais incentivos para inovar.</p>
<p>Segundo Jaime Troiano, presidente do Grupo Troiano de Branding, o conservadorismo afeta muito a capacidade inovadora das empresas brasileiras. Para ele, é fundamental que as companhias passem a apostar em estratégias que façam a inovação presente no dia a dia de suas equipes.</p>
<p>“Para ser efetiva, a inovação deve ser encarada como uma filosofia a ser seguida por todos os funcionários e estimulada pelos líderes o tempo todo.”, afirma Troiano.<br />
O especialista aponta algumas dicas essenciais para que a empresa passe a modificar seu ambiente interno a favor da inovação.</p>
<p>1) Não puna por decisões erradas. Muitas empresas perdem seu caráter inovador pelo medo de arriscar. Ao invés disso, crie um ambiente onde trabalhar “fora da caixa” seja algo valorizado e desejado.</p>
<p>2) Antecipe os erros. Hoje a inovação está muito ligada à velocidade do mercado, portanto, quanto antes puder encarar a possibilidade do erro ao arriscar, mais rápido poderá se reestabelecer e dar a volta por cima.</p>
<p>3) Estabeleça metas para que novas ideias, produtos e serviços sejam inclusos no plano de negócios e passem a representar uma parte relevante das operações da empresa.</p>
<p>4) Não confunda inovação com tecnologia.  É um erro muito comum achar que somente as novidades digitais são capazes de trazer inovação à empresa ou marca.<br />
“A bebida H2O, da Pepsico, abriu uma nova “gaveta” na cabeça dos consumidores e virou um exemplo de uma profunda inovação em um mercado que era até então, dominado pelos tradicionais refrigerantes”, lembra Troiano.</p>
<p>5) Tenha líderes inovadores. Para fazer parte da rotina das equipes, é fundamental que a inovação seja, antes de tudo, a busca de todos os executivos da empresa.</p>
<p>6) Comunique. Ser inovador na oferta de seus produtos e serviços é a melhor forma de demonstrar a capacidade de inovação da empresa ao público. Porém, lembre-se de que marketing e comunicação agregam, mas por si só não criam uma empresa inovadora.</p>
<p>7) Tenha uma carta na manga. Tão importante quanto pensar em inovação o tempo todo, é saber identificar os momentos estratégicos para levar as novas ideias ao mercado. Pesquise qual o grau de envolvimento dos consumidores com a marca no momento e quais têm sido as ações da concorrência.</p>
<p><strong>Conexão de ideias Empresa/Cliente</strong></p>
<p>Historicamente, as grandes ideias quase nunca surgem de um surto repentino de inspiração, mas de ideias complementares de duas ou mais pessoas.</p>
<p>Essa é a lógica do projeto que a Algar Telecom firmou em parceria com a Inventta para o desenvolvimento do seu portfolio de novos produtos para 2012: identificar as demandas de seus clientes para criar soluções mais direcionadas e com maior apelo de mercado.</p>
<p>Com um workshop para as equipes de marketing e novos produtos e visitas técnicas, a empresa conseguiu identificar e ratificar uma série de necessidades, além de colher novas e importantes percepções dos clientes.</p>
<p>“Depois de reunir todo esse material, foi promovida uma sessão de geração de ideias em que surgiram 240 propostas, das quais 12 se transformaram em sugestões de novos produtos”, relata Laura, que foi gerente do projeto pela Algar.</p>
<p>Na última fase, 30 clientes foram convidados a ir até a sede da empresa, para participar de mesas-redondas e conhecer as soluções criadas. Além de serem apresentados às propostas e de darem sugestões, eles também tiveram oportunidade de votar nos produtos que mais despertaram seu interesse.</p>
<p>“Coletamos dados qualitativos e quantitativos a respeito dos produtos, o que nos permitiu uma filtragem e uma seleção final de nove soluções”, conclui Laura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Portal HSM &#8211; 14/02/2012</p>
<p><a title="Portal HSM" href="http://www.hsm.com.br/editorias/inovacao/inovacao-competitividade-do-inicio-ao-fim" target="_blank">Link de origem</a></p>
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		<title>Abre janela para futuro</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 16:22:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Bem-vindo ao futuro. Os computadores desapareceram, e a internet está em todos os lugares. Você ganhou mais longevidade com avanços na medicina que vão de pílulas contendo chips e câmeras para analisar seu corpo a órgãos humanos criados em laboratório. Há chip até no seu cérebro, afinal, é com o pensamento humano que as máquinas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bem-vindo ao futuro. Os computadores desapareceram, e a internet está em todos os lugares. Você ganhou mais longevidade com avanços na medicina que vão de pílulas contendo chips e câmeras para analisar seu corpo a órgãos humanos criados em laboratório. Há chip até no seu cérebro, afinal, é com o pensamento humano que as máquinas são controladas. O seu carro dirige sozinho, há projeções em 360º na sua sala de estar e o vaso sanitário, vejam só, é a cura para o câncer.cu<br />
Quem nos guia por esse cenário futurista é o cientista norte-americano Michio Kaku, conhecido como “o físico do impossível”. Kaku, que é professor da Universidade de Nova York (EUA), foi a principal atração da Campus Party, festival de tecnologia e inovação realizado na última semana em São Paulo. No sábado, palestrou aos campuseiros brasileiros: “No futuro, você falará para a parede da sala: por favor mude de cor ou de design e bingo, ela muda”.</p>
<p>Para o cientista, a Lei de Moore (segundo a qual o poder computacional dobra a cada 18 meses) é a mais importante da história moderna e dela depende o futuro das riquezas das nações. Por isso, Kaku acredita que em 2020 os chips custarão um centavo e serão descartáveis. Os computadores como conhecemos hoje terão desaparecido, mas o poder computacional estará em tudo que é lugar e de forma invisível, assim como é hoje com a eletricidade, sob o chão, no teto e nas paredes. A internet do futuro estará na sua roupa, nos seus óculos e nas suas lentes de contato.</p>
<p>“No filme ‘Exterminador do Futuro’, quando o robô olha você, aparece a descrição de quem você é. Assim viveremos no futuro. Viveremos como no filme ‘The Matrix’. Quando você fala com alguém, sabe quem é essa pessoa. Se ela fala chinês, você vê a tradução em tempo real”, projeta Kaku.</p>
<p>O cientista antecipa ainda a cura do câncer. DNA chips estarão presentes no seu vaso sanitário para diagnosticar a doença a partir de seus fluidos corporais anos antes de ela se formar. “A palavra tumor desaparecerá da nossa língua”, prevê.</p>
<p>Mas o avanço da ciência e tecnologia virá a um certo custo, o da privacidade. Kaku recorda que, no início da internet, com o seu uso militar, o medo era do Big Brother (Grande Irmão, em português). Hoje, o problema é o “pequeno irmão”, diz o cientista, referindo-se, por exemplo, aos seus vizinhos sabendo tudo sobre a sua vida. Com a leitura da mente, precisaremos de dispositivos de bloqueio para proteger nosso pensamento – da mesma forma como hoje há firewalls para evitar invasão de computadores.</p>
<p>Apesar de os robôs atuais terem, segundo Kaku, a inteligência de uma “barata estúpida”, essas máquinas evoluirão a ponto de substituir trabalhadores de atividades repetitivas. Os profissionais do futuro, portanto, terão de oferecer algo que robôs não têm: imaginação, criatividade, talento e experiência. “Máquinas não podem criar rock’n’roll”. pondera Kaku, ao mencionar um futuro em que a riqueza não estará em commodities, mas sim em capital intelectual</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vanessa Nunes* &#8211; A Notícia &#8211; 17/02/2012</p>
<p><a title="A Notícia" href="http://www.clicrbs.com.br/anoticia/jsp/default2.jsp?uf=2&amp;local=18&amp;source=a3666244.xml&amp;template=4187.dwt&amp;edition=19022&amp;section=1258" target="_blank">Link de origem</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>* Vanessa Nunes viajou a São Paulo a convite da organização da Campus Party</em></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação participará da abertura da Conferência Anpei de Inovação Tecnológica</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 20:56:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, confirmou sua presença na abertura da XII Conferência Anpei de Inovação Tecnológica, no dia 11 de junho, em Joinville, Santa Catarina. O evento é promovido pela Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei) e o convite foi entregue, pessoalmente, pelo presidente da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, confirmou sua presença na abertura da XII Conferência Anpei de Inovação Tecnológica, no dia 11 de junho, em Joinville, Santa Catarina. O evento é promovido pela Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei) e o convite foi entregue, pessoalmente, pelo presidente da entidade, Carlos Calmanovici, em recente encontro com o ministro, em Brasília, durante o qual foram tratados outros assuntos relacionados à inovação e também sobre a cooperação entre o MCTI e a Anpei.</p>
<p>Segundo Calmanovici, o convite para que o ministro participe da abertura da Conferência Anpei de Inovação Tecnológica se deve a menção pelo ministro em seu discurso de posse de uma série de pontos que estão alinhados com o tema central e com os propósitos do evento, como a “necessidade de a inovação crescer rapidamente no Brasil e a importância da inovação para a competitividade global e também para a própria sobrevivência das empresas no mercado local”.</p>
<p>O Ministro Raupp, por sua vez, destacou a importância da Conferência Anpei para o sistema nacional de inovação. “Trata-se de um evento importante para todos os atores da inovação no Brasil”, afirmou. No entendimento do ministro, a conferência “é uma oportunidade para que empresas, institutos de ciência e tecnologia e órgãos públicos dirijam seus olhares para um objetivo comum: como acelerar e incrementar a inovação no nosso País”.</p>
<p>A XII Conferência Anpei de Inovação Tecnológica está programada para os dias 11, 12 e 13 de junho, em Joinville (SC), e terá como tema principal “Inovar agora: competição global e sobrevivência local”.</p>
<p>Realizada anualmente, a Conferência Anpei reúne representantes de empresas inovadoras e de instituições de ciência e tecnologia voltadas a atividades de P&amp;D, além de gestores de agências de fomento e de órgãos públicos relacionados à inovação.</p>
<p>Mais informações: <a title="ANPEI" href="http://www.anpei.org.br" target="_blank">www.anpei.org.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Paranashop  - 16/02/2012</p>
<p><a title="paranashop" href="http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_n.php?id=30514&amp;op=gente" target="_blank">Link de origem</a></p>
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		<title>Geração TEC abre novas turmas em quatro regiões</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 20:03:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A partir desta quinta-feira (16), jovens acima de 17 anos, que tenham o ensino médio completo ou estejam cursando o último ano e não trabalhem com programação, mas queiram atuar na área tecnológica podem se inscrever no Geração TEC. O curso é gratuito e serão disponibilizadas 343 vagas, sendo 160 em Joinville, 40 em Criciúma, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.inovasc.org.br/wp-content/uploads/2012/02/geracao_tec_geral.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-557" title="geracao_tec_geral" src="http://www.inovasc.org.br/wp-content/uploads/2012/02/geracao_tec_geral.jpg" alt="" width="960" height="360" /></a></p>
<p style="text-align: left;">A partir desta quinta-feira (16), jovens acima de 17 anos, que tenham o ensino médio completo ou estejam cursando o último ano e não trabalhem com programação, mas queiram atuar na área tecnológica podem se inscrever no Geração TEC. O curso é gratuito e serão disponibilizadas 343 vagas, sendo 160 em Joinville, 40 em Criciúma, 41 em Tubarão e 102 na Grande Florianópolis.</p>
<p style="text-align: left;">O programa, desenvolvido pela Secretaria do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS) e Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), visa formar mais profissionais para incrementar o mercado, estimulando o desenvolvimento econômico catarinense. “Estamos plantando bases para o Estado chegar ao patamar de inovação máxima”, conta o secretário da SDS, Paulo Bornhausen.</p>
<p>As inscrições podem ser feitas pelo site <a href="http://www.geracaotecsc.com.br/">www.geracaotec.sc.gov.br</a> até o dia 15 de março. A divulgação dos candidatos selecionados será no dia 20 do mesmo mês, com previsão de início das aulas no dia 26.</p>
<p><strong>Currículo diferenciado</strong> - O Geração TEC tem como base o mapeamento do setor realizado pelo Governo de Santa Catarina em todas as regiões do Estado. Seu principal diferencial é o currículo desenhado para atender as demandas locais e a orientação profissional dos alunos ao longo dos cursos.</p>
<p>Em Joinville serão disponibilizadas as linguagens .NET e C#, com 60 vagas cada, e Java – PHP com 40 vagas. Já em Criciúma, os candidatos poderão optar por aulas de Java ou Delphi, onde cada turma terá 20 alunos no período matutino. Estas mesmas linguagens serão aplicadas em Tubarão, com 20 vagas para Java e 21 para Delphi.</p>
<p>Esta será a segunda edição do programa na Grande Florianópolis. Na primeira etapa, 147 estudantes concluíram o curso e 76 terminarão em abril. Desta vez, serão formadas turmas com 27 alunos em Java e 25 em .Net, além de duas novas linguagens Cobol e SQL, com 25 vagas cada. Por serem cursos de conhecimentos mais específico, para o Cobol é necessário estar cursando nível superior de áreas afins e para SQL o candidato deve ter conhecimento em lógica de programação.</p>
<p>O Geração TEC já foi implantado também em Lages e Blumenau. O curso será desenvolvido, ainda, em Chapecó, Rio do Sul, Jaraguá do Sul e Itajaí.</p>
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		<title>Brasil deve apostar no mercado de startups</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 16:36:17 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos anos, o Brasil experimenta uma forte onda de criação de startups &#8211; empresas nascentes e inovadoras &#8211; que, segundo especialistas, vieram para ficar. Mas, há ainda um pouco de &#8220;oba, oba&#8221; nesse mercado, afirmou o diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos. &#8220;Hoje, são três mil empresas registradas por dia. É uma grande energia criativa que tem um pouco de moda, mas muito de modelo a ser seguido&#8221;, disse. Ele participou de um debate com especialistas no assunto no palco Campus Empreendedorismo, na noite dessa sexta-feira (10), no espaço Arena da Campus Party, em São Paulo.</p>
<p>O desafio brasileiro, de acordo com o diretor do Sebrae, é canalizar a energia criativa das startups para novas formas de empreender. &#8220;Uma boa ideia e uma boa invenção podem ficar só nisso, se não tiverem um modelo de negócios para seu desenvolvimento&#8221;.</p>
<p>O professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e CEO da Gaia Criative, Gil Giardelli, acredita que é preciso aproveitar o atual momento brasileiro, em que investidores do mundo todo estão olhando para o país, e desenvolver um modelo nacional de startups. &#8220;Estamos copiando muito o que vem de fora. Está na hora de prestarmos atenção em modos diferentes de fazer negócios no Brasil&#8221;. Ele citou como exemplo a Feira do Empreendedor, promovida pelo Sebrae em vários estados. &#8220;Em uma feira do Nordeste, conheci uma senhora que criava cabras e que queria saber como inovar. Os empreendedores de startups precisam olhar para essas oportunidades de novos negócios&#8221;, destacou.</p>
<p>Para o curador de empreendedorismo da Campus Party 2012, Marcelo Pimenta, os empreendimentos de tecnologia que estão nascendo trazem inovação ao mundo corporativo e fazem com que grandes empresas mudem seus modelos de negócios tradicionais para se adaptar.</p>
<p>Fundador de uma das mais bem-sucedidas empresas de comércio eletrônico do país, Fabio Seixas, da Camiseteria, acredita que o conceito de startup é tão importante que deve permanecer vivo, mesmo depois do empreendimento se tornar algo maior. &#8220;As startups testam modelos de negócio o tempo todo. Esse formato precisa ser adaptado para as empresas, em núcleos de inovação e desenvolvimento de produtos e processos&#8221;.</p>
<p>Yuri Gitahi, da Aceleradora, empresa que oferece apoio às startups, apontou que o empreendedor do Brasil ainda tem dificuldades para aceitar seus fracassos e aprender com eles. &#8220;Os modelos de aceleração americanos não se encaixam no país, porque o brasileiro não está preparado para falhar. Ao sentir que o negócio não prosperou, ele desanima, desiste e não quer contar para ninguém. Diferente do americano, que insiste e aprende com os próprios erros&#8221;.</p>
<p><strong>Aprendizado</strong></p>
<p>Fabio Seixas contou que tentou montar três empresas antes de ter sucesso com a Camiseteria. Ele ressaltou que falhar é muito bom para o aprendizado do empresário. &#8220;Os empreendedores, principalmente os digitais, não devem ter vergonha de voltar para casa e dizer que o negócio não deu certo. A energia precisa se voltar para um novo empreendimento, utilizando a experiência do anterior&#8221;. Seixas elogiou o trabalho do Sebrae no apoio aos empresários de negócios de micro e pequeno porte. Há seis anos, ele cursou o seminário Empretec. &#8220;É uma experiência fantástica. Qualquer um que pretenda trabalhar como empresário deve cursar o Empretec&#8221;, recomendou.</p>
<p>Convidado para participar do debate, Caio Santos, que desenvolveu uma startup na Bahia, apontou que ainda falta às empresas nascentes mais ajuda governamental. &#8220;As entidades e o governo não estão olhando para esse mercado como deveriam. Nós estamos fazendo a diferença em vários setores e precisamos de um apoio maior&#8221;.</p>
<p>O professor Gil Giardelli concluiu o debate afirmando que o país será o líder na &#8220;nova ordem mundial&#8221; e que a tecnologia é a matéria-prima do século XXI. &#8220;Temos que aproveitar este Brasil que está sonhando e desenvolver a economia criativa, a sociedade em rede e chamar o empreendedorismo mundial para participar dessa transformação&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Portal Administradores &#8211; 11/02/2012</p>
<p><a title="Portal Administradores" href="http://www.administradores.com.br/informe-se/administracao-e-negocios/brasil-deve-apostar-no-mercado-de-startups/52320/" target="_blank">Link de origem</a></p>
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		<title>Indústria têxtil de SC quer imposto menor para ficar mais competitiva</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 19:33:05 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O setor têxtil de Santa Catarina pretende pleitear na Fazenda estadual a redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) devido pelas indústrias do setor dos atuais 17% para 12%. De acordo com o presidente da Câmara Tributária da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) e assessor da presidência da empresa têxtil Lepper, Sérgio Alves, essa medida, bem como uma revisão do programa Pró-emprego, que dá benefícios para importações, inclusive de produtos têxteis, pode ajudar a melhorar a competitividade do setor.</p>
<p>Alves, ex-secretário da Fazenda de Santa Catarina, defende que com as alterações o setor pode melhorar seus custos e ter mais condições de competir. A alíquota de 12% já é aplicada aos têxteis produzidos e vendidos em São Paulo. Pelas regras interestaduais do imposto, quem vende produto têxtil fabricado em Santa Catarina a lojas em São Paulo paga 12%. Porém, aqueles que produzem e vendem em Santa Catarina (SC) pagam 17% e ficam em desvantagem diante dos que produzem, por exemplo, em São Paulo e comercializam em SC, pois nesta operação pagam apenas 12%. Os têxteis que chegam pelos portos catarinenses ficam em posição ainda mais vantajosa, pois pagam 4% de ICMS.</p>
<p>A discussão ocorre em um momento em que o setor têxtil catarinense, em especial o ramo de cama, mesa e banho, apresenta resultado ruim. O segmento sofreu queda de 17,8% na produção industrial de 2011, segundo a Fiesc. O alto preço do algodão foi um dos problemas graves no ano passado, principalmente em linhas no qual o insumo dificilmente pode ser substituído por fibras artificiais, como é o caso das toalhas.</p>
<p>Para a presidente da Dudalina, Sônia Hess de Souza, &#8220;qualquer reivindicação tributária legítima é bem-vinda&#8221;. &#8220;Estamos com uma carga tributária que está fora da realidade da concorrência mundial.&#8221; O presidente do Sinditex, que reúne indústrias de têxteis e vestuário de Blumenau, Ulrich Kuhn, também defende a ideia e diz que a &#8220;classe empresarial parte do pressuposto de que quanto maior o imposto, poucos pagam muito, e quanto menor o imposto, muitos pagam pouco&#8221;.</p>
<p>Tanto Kuhn quanto Alves entendem que as mudanças tributárias não mudam o quadro do setor têxtil, mas podem trazer alívio. O secretário da Fazenda, Nelson Serpa, disse que ainda não recebeu nenhuma reivindicação formal e que, caso isso ocorra, ela entrará em avaliação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Valor Econômico &#8211; 15/02/2012</p>
<p><a title="Valor Econômico" href="http://www.valor.com.br/brasil/2531104/industria-textil-de-sc-quer-imposto-menor-para-ficar-mais-competitiva" target="_blank">Link de origem</a></p>
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		<title>Geração de riqueza e preservação ambiental</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 17:52:46 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O Rio de Janeiro vai sediar a Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável. O evento acontece durante as comemorações pelo Dia Internacional do Meio Ambiente, na primeira semana de junho, e reunirá mais de 100 chefes de Estado para discutir a economia verde e a possibilidade de um novo modelo de desenvolvimento sustentável para o planeta. As delegações também farão uma análise do que foi realizado nos últimos 20 anos, desde a Rio 92, no que diz respeito ao meio ambiente e à erradicação da miséria. A intenção é verificar o que de fato foi tornado realidade a partir das decisões tomadas na conferência de duas décadas atrás.</p>
<p>Uma das questões mais importantes em pauta é sem dúvida a equação que diz respeito aos impactos ambientais causados pela geração de riquezas, única forma possível de conseguirmos viver com saúde e talvez um dia erradicar a pobreza. A novidade é que muitos mitos estão sendo derrubados com as novas descobertas da ciência. O conceito do slogan “atuação responsável” tem que ser atualizado. Quando poderíamos pensar que a embalagem plástica, como aquela que protege um cacho de banana, viria a ser defendida pelos ambientalistas mais atuantes e atualizados? Vilã dos lixões, ela ajuda a evitar o desperdício de alimentos.</p>
<p>No Brasil, 1/3 da comida vai para o lixo. Muitas florestas poderiam deixar de ser degradadas se toda produção de alimentos fosse aproveitada. Segundo a Cucumber Growers Association, a perda de uvas embaladas é 20% menor e a de maçã, 27% inferior. E o peixe em lata? Parece tão inadequado&#8230; mas nunca fizemos a conta de quanta energia ele economiza não precisando de refrigeração! Na questão da geração de energia, as opções ficam cada vez mais restritas. Nem a energia eólica, classificada como energia limpa, fica de fora da turma de vilões: 270 mil pássaros morrem a cada ano abatidos pelas pás dos geradores, segundo a revista Super Interessante.</p>
<p>Como podemos abrigar a população sem ter madeira de árvores que tenham crescimento rápido e que ocupem pouco espaço na produção para construir casas, escolas e hospitais? A conta deve ser a seguinte: para que uma floresta nativa possa ter garantia de sobrevivência, quantos metros quadrados devem ser plantados de eucalipto ou pinus no Brasil? Esta é a matemática que todos nós vamos ter que aprender.</p>
<p>Nem ecochatos, nem ecocéticos: não existem verdades absolutas. O desafio do ambientalista atualizado é ser funcional, atuar com responsabilidade no processo. Temos que preservar o planeta atendendo as necessidades básicas de cada um dos povos. Povos que, se bem educados, alimentados e com saúde, vão sim respeitar o próximo e o meio ambiente. Não dá mais para brincar de “esconde, esconde” com a realidade. Sem geração de riqueza não vamos a lugar nenhum.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Jane Pilotto* &#8211; Nd Online &#8211; 15/02/2012</p>
<p>*Arquiteta e diretora de Meio Ambiente da Acif</p>
<p><a title="Nd Online" href="http://ndonline.com.br/mobile/noticias/24523-geracao-de-riqueza-e-preservacao-ambiental.html" target="_blank">Link de origem</a></p>
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		<title>Parque Órion sai do papel</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 15:49:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em projeto desde 2007, o Parque Tecnológico Órion, deve finalmente, sair do papel. O início da construção do prédio central irá acontecer em até dois meses. A previsão é que seja inaugurado em 2013. O terreno onde será construído o parque fica localizado no bairro São Paulo, próximo à BR-282, anexo ao terreno que já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em projeto desde 2007, o Parque Tecnológico Órion, deve finalmente, sair do papel. O início da construção do prédio central irá acontecer em até dois meses. A previsão é que seja inaugurado em 2013.</p>
<p>O terreno onde será construído o parque fica localizado no bairro São Paulo, próximo à BR-282, anexo ao terreno que já pertence ao IFSC. Foi adquirido em março do ano passado e somente agora foi liberado para que a obra tenha início. O local pertencia à Embrapa, que vendeu a área para a implantação do Órion Parque. A aquisição aconteceu com recursos do Governo do Estado (R$ 250 mil) e da Prefeitura de Lages (mais R$ 241 mil).</p>
<p>O Governo do Estado, através da Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnologia do Estado de Santa Catarina (Fapesc) irá investir R$ 5 milhões com a contra partida de R$ 1,5 milhão da prefeitura. Os recursos serão administrados pela prefeitura e já estão liberados. A Fapesc dá um prazo para que a construção seja iniciada, se a data não for respeitada, o recurso volta para a fundação.</p>
<p>A administração do parque será feita pelo Instituto Órion, criado no fim do ano passado. O instituto tem como presidente o empresário e presidente da Associação Empresarial de Lages (Acil), Roberto Amaral, e conta com um Conselho chamado de tríplice hélice, ou seja, formado pelo conhecimento com representantes das instituições de ensino, o governo e empresas ligadas à tecnologia.</p>
<p>O projeto do prédio central já está pronto e o local irá abrigar uma incubadora, suprimentos para pesquisa, administração do Instituto, auditório, praça de alimentação, e uma galeria para exposições. E ainda poderá auxiliar empresas pré-residentes, que pretendem se instalar em Lages e vão contar com a ajuda do parque até conseguirem se estruturar.</p>
<p>Através do órgão do governo denominado Inova@SC, serão construídos oito parques tecnológicos no Estado, e o primeiro deles será o de Lages. “O parque de Lages será o modelo para os demais, assim que estiver pronto será replicado para as cidades como Joinville e Itajaí”, disse a coordenadora do Núcleo de Tecnologia da Acil e conselheira do Instituto Órion, Nelissa Gevaerd Colossi Branco.</p>
<p>O Inova@SC vai estruturar e gerenciar a Política de Inovação e Tecnologia de Santa Catarina. Por meio de parcerias com universidades, empresas e organizações da sociedade civil. “Em 10 anos o governo pretende despontar na área de tecnologia, e a construção dos parques é essencial para isso”, afirma Nelissa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Falta de mão-de-obra é um impedimento</strong></p>
<p><strong></strong>Algumas empresas já mostram interesse em vir para Lages através do Órion Parque. “Estamos com o contato de muitas empresas, mas precisamos de mão-de-obra para que venham. Este é o principal requisito, não podemos estar com o prédio central pronto e sem profissionais qualificados”, explica a coordenadora Nelissa.</p>
<p>As vagas que serão abertas são principalmente para programador e para o setor de teste (necessário curso técnico) e analista (curso superior). Para estimular a formação destes profissionais, o Núcleo de tecnologia da Acil fará um planejamento para iniciar um trabalho com adolescentes que estão no ensino médio. “Vamos nos reunir esta semana para elaborar o projeto queremos que o estudante saia do ensino médio siga para o curso técnico, em seguida para graduação e especialização, precisamos formar estes profissionais que são cada vez mais requisitados no mercado”, salienta Nelissa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Silvianne Mannrich &#8211; Correio Lageano &#8211; 13/02/2012</p>
<p><a title="Correio Lageano" href="http://www.clmais.com.br/negocios/view/3528" target="_blank">Link de origem</a></p>
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