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	<title>Inova SC - Santa Catarina</title>
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	<description>O estado máximo em inovação.</description>
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		<title>Diagnósticos chegam a 90% das MPEs participantes do projeto Polos Industriais</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 21:10:18 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante o lançamento do Nova Economia@SC em Caçador, ocorrido nesta quinta-feira (17), o secretário do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), Paulo Bornhausen, apresentou os relatórios de execução nas nove primeiras cidades onde o programa foi apresentado. Das 1115 micro e pequenas empresas (MPEs) contatadas para participarem do projeto Polos Industriais, 920 aderiram. Destas, mais de 90% já tiveram seu diagnóstico realizado pelos agentes do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/SC), parceiro da SDS nesta ação.</p>
<p>O Nova Economia@SC faz parte do SC@2022, plano estratégico para o desenvolvimento econômico do Estado. &#8220;O papel do Governo e da SDS é agregar e estimular ideias, projetos e ações que compõe a agenda da sociedade. Com o Nova Economia@SC estamos fortalecendo nossa cadeia produtiva da economia catarinense, inclusive para receber novos investimentos&#8221;, disse Bornhausen.</p>
<p>Segundo o diretor superintendente do Sebrae/SC, Guilherme Zigelli, o diagnóstico consiste na avaliação da competitividade, inovação, sustentabilidade, além de análise empresarial. O Nova Economia@SC foi lançado no final de março deste ano, e os dados apresentados pelo titular da SDS referem-se à adesão de MPEs nos municípios de Lages, Blumenau, Criciúma, Chapecó, São Miguel do Oeste, Itajaí, Joaçaba, Jaraguá do Sul e Tubarão. O objetivo do programa é fortalecer os setores industriais catarinenses, promovendo inovação e aumentando a competitividade.</p>
<p>Caçador possui polos setoriais de indústria de alimentos e bebidas, de móveis e madeireiras, confecções e metal mecânico. A cidade tem duas mil MPEs, aproximadamente, o que corresponde a 20% da arrecadação municipal. &#8220;Com estas ações definitivamente fortalecemos e inserimos a contribuição do Sebrae, Governo do Estado e demais parceiros em nossa região&#8221;, afirma o presidente da Associação Comercial e Industrial de Caçador (Acic), Auri Marcel Baú. Para ele, a apresentação de um plano inovador como o Nova Economia@SC, renova as expectativas, somando ao pensamento de desenvolvimento que buscam os empresários da região. &#8220;Estamos dispostos a participar da construção de um novo modelo econômico, através da inovação, capaz de construir cenários que conduzam na constituição de um Estado forte e sustentável&#8221;, declarou.</p>
<p>A estimativa é que mais de 2.400 empreendimentos em 47 polos setoriais sejam beneficiados. Até agora, MPEs de 40 polos assinaram o acordo de compromisso para o Polos Industriais. O Nova Economia@SC será lançado ainda em Concórdia, Mafra, Canoinhas, São José, São Bento do Sul, Joinville e Rio do Sul.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Secretaria do Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável &#8211; 18/05/2012</p>
<p><a title="SDS" href="http://www.sds.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=934&amp;Itemid=152&amp;lang=" target="_blank">Link de origem</a></p>
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		<title>SDS e Fapesc coordenam debates sobre inovação no Estado</title>
		<link>http://www.inovasc.org.br/inovacao/sds-e-fapesc-coordenam-debates-sobre-inovacao-no-estado/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 17:47:05 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.inovasc.org.br/wp-content/uploads/2012/05/sds_fapesc_.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1096" title="sds_fapesc_" src="http://www.inovasc.org.br/wp-content/uploads/2012/05/sds_fapesc_.jpg" alt="" width="923" height="225" /></a></p>
<p>O governo de Santa Catarina promoverá a primeira etapa da Conferência Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (CTI) às 13h30 desta sexta-feira (18), no Centreventos Renato Archer, localizado na Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), no ParqTec Alfa.</p>
<p>Na abertura do evento, a secretária-adjunta de Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), Lúcia Dellagnelo, vai apresentar o modelo do sistema catarinense de inovação. Em seguida, o secretário-adjunto de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais, Evaldo Vilela, falará sobre como seu Estado trata a inovação. Às 15h15 está previsto que o presidente da Fapesc, Sergio Gargioni, explique a metodologia a ser usada pelos grupos de trabalho até o final da tarde, de modo a dinamizar o debate sobre a articulação entre universidade, sociedade e empresas inovadoras, bem como a legislação e inovação no setor público.</p>
<p>&#8220;Somos um Estado bastante industrializado, temos bons exemplos de empresas que investem regularmente em inovação, que são vistas como referência, e não se pode falar em inovação sem falar de indústria&#8221;, diz Gargioni. Ele acrescenta que a Fapesc tem muitos programas voltados ao desenvolvimento tecnológico e os mais recentes, à inovação: &#8220;Neste sentido, o Secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Paulo Bornhausen defende maior ênfase na pesquisa e inovação no setor empresarial onde, de fato, a incorporação do conhecimento se realiza na sua plenitude. Inovação é a palavra chave e há uma larga e longa avenida a percorrer&#8221;.</p>
<p>A próxima etapa será em Joinville, entre os dias 11 e 13 de junho, durante a 12ª Conferência da Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (programação no link http://www.anpei.org.br/xiiconferencia/home.html). O evento culminará em Criciúma, posteriormente.</p>
<p>O resultado esperado é a atualização da Política Estadual de CTI e a definição de formas de colocá-la em prática em todas as esferas envolvidas nas atividades de pesquisa e inovação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fapesc &#8211; 17/05/2012</p>
<p><a title="Fapesc" href="http://www.fapesc.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=1223:1705-sds-e-fapesc-coordenam-debates-sobre-inovacao-no-estado&amp;catid=8:noticias&amp;Itemid=20" target="_blank">Link de origem </a></p>
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		<title>Necessidade de crescimento</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 13:41:08 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.inovasc.org.br/wp-content/uploads/2012/05/crescimento_.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1090" title="crescimento_" src="http://www.inovasc.org.br/wp-content/uploads/2012/05/crescimento_.jpg" alt="" width="923" height="225" /></a></p>
<p>Sexta economia mundial. Quem diria que chegaríamos a esse patamar – e na velocidade com que o alcançamos. A previsão é que, até 2016, superemos a França, ficando entre as cinco maiores potências econômicas. Só que isso acarretará responsabilidades para o País. Para manter o crescimento sustentável, precisamos urgentemente de uma melhoria na educação, para formarmos profissionais mais qualificados.</p>
<p>Também necessitamos de empresas mais expressivas no mercado brasileiro. Não adianta ficarmos na mesmice. Se o Brasil não é mais o mesmo, por que temos de manter as organizações nos mesmos padrões?</p>
<p>Já faz um tempo que podemos reparar que as necessidades das empresas situadas no Brasil – e aqui digo nacionais e multinacionais – tiveram uma alteração no perfil. Com isso, as organizações que prestam serviços especializados começaram a se adaptar, principalmente ampliando o seu leque de serviços.</p>
<p>Um estudo realizado pela Global Approach Consulting (GAC) mostrou que 76% das 30 maiores empresas que atuam no Brasil querem investir em inovação em 2012. Pode ter certeza que dentro das novas ações dessas organizações estão, inclusive, atacar os mercados que ainda estão deficitários no País. Inovar é crescer!</p>
<p>O desenvolvimento rápido do Brasil e a falta, principalmente, de preparo, de base, fez com que tenhamos uma grande defasagem em comparação aos cinco países que possuem, ainda, uma economia melhor do que a nossa. E podemos afirmar que muitas que estão atrás de nós nesse ranking também são superiores. É claro que o Brasil ainda está engatinhando perto de nações europeias. Temos pouco mais de 500 anos e, mesmo assim, já somos superiores a muitas delas.</p>
<p>Além disso, inovação é um dos fatores principais para nos mantermos por um longo tempo no mercado. No Brasil, por exemplo, 60% das empresas são fechadas em menos de quatro anos de atuação, de acordo com o Sebrae. Ou seja, o percentual de continuidade e de perenidade do negócio é muito baixo. Normalmente, isso acontece com as micro e pequenas (MPEs), que representam 98% de todas as organizações – no País há mais de cinco milhões.</p>
<p>Temos de lembrar que essas firmas são as que mais empregam no País. Então, com um pensamento rápido e prático, podemos entender que: se a empresa não inova, ela provavelmente não passará dos seus primeiros cinco anos de vida; se ela fechar, muitos profissionais vão ficar desempregados, o que não favorece a economia nacional. Resumindo: precisamos sempre inovar. As empresas necessitam disso para crescer e expandir os seus negócios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Noticenter &#8211; Roni de Oliveira Franco<strong> - </strong>09/05/2012</p>
<p><a title="Noticenter" href="http://www.noticenter.com.br/noticia/?COD_NOTICIA=17080&amp;COD_CADERNO=0" target="_blank">Link de origem </a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>&#8220;A indústria quer competitividade honesta&#8221;</title>
		<link>http://www.inovasc.org.br/economia/a-industria-quer-competitividade-honesta/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 17:41:26 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.inovasc.org.br/wp-content/uploads/2012/05/industria_2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1082" title="industria_2" src="http://www.inovasc.org.br/wp-content/uploads/2012/05/industria_2.jpg" alt="" width="923" height="225" /></a></p>
<p>Preocupada em alterar a percepção (apontada em pesquisa encomendada ao IBGE) de que a indústria é a grande responsável pelo aquecimento global, quando no Brasil o desmatamento é a principal fonte emissora de gases de efeito estufa, a CNI se prepara para a Rio+20. Na véspera da Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, faz evento paralelo no Rio de Janeiro. A movimentação reverberou em Santa Catarina, como explica o presidente da Câmara de Qualidade Ambiental da Fiesc e gerente de Meio Ambiente da Tractebel, José Lourival Magri, sobre o lançamento, na semana que começa, do Plano de Sustentabilidade da Indústria Catarinense.</p>
<p><strong>Rio + 20</strong></p>
<p>A Federação das Indústrias de Santa Catarina está acompanhando a Confederação Nacional da Indústria, que vai ter todo um trabalho, um espaço e uma programação relacionada à Rio + 20.  A CNI está pegando 16 segmentos do setor industrial, nas áreas de energia, logística, cimento, papel e celulose, automobilística,de alimentos, enfim, segmentos que representam mais de 90% do PIB industrial que vão apresentar suas ações nos 13 e 14 de junho, no Rio de Janeiro, na véspera da conferência. Vamos apresentar à sociedade brasileira, e ao mundo todo, o que o setor industrial está fazendo na área de sustentabilidade. A Fiesc acompanha a CNI nesse evento.</p>
<p><strong>Sustentabilidade em SC</strong></p>
<p>A Fiesc pretende lançar no dia 17 (próxima quinta-feira) o Plano de Sustentabilidade da Indústria Catarinense, que busca internalizar na indústria todas as questões de sustentabilidade. Para que se faça a troca, entre os diversos segmentos, das boas práticas de sustentabilidade. Na gestão como um todo, na produção mais limpa, nas questões sociais intra e extra muros _ a interação da indústria com seu funcionário e com a sociedade_, nas questões de biodiversidade e de mudanças climáticas. Tudo isso dentro de um programa que reúna a expertise do Senai, na área de formação de mão de obra e de divulgação de tecnologia, do Sesi com seu trabalho social fantástico, do Instituto Euvaldo Lodi, que trabalha a gestão. É o Sistema Fiesc seguindo numa mesma direção, organizando-se para dizer à sociedade o que a indústria faz na área de sustentabilidade e para mostrar à própria indústria o que pode ser feito para melhorar o seu processo.</p>
<p><strong>Boas práticas</strong></p>
<p>A indústria tem boas práticas, sabe o que faz, mas isso hoje está pouco organizado. A ideia é medir, organizar e divulgar isso. Aquilo que é bom para uma indústria pode ser bom para outra. A ideia é divulgar as boas práticas no Estado todo. O lançamento do programa vai ser dia 17 em Florianópolis e depois, durante o ano, serão feitos encontros para divulgar <em>cases</em> regionais.</p>
<p><strong>Concorrência predatória</strong></p>
<p>A questão ambiental é transversal, perpassa todas as áreas. Se a indústria não for sustentável vai perder competitividade. Hoje o consumidor está querendo um produto feito com a melhor otimização dos recursos naturais. E que tenha bom preço. Esse é o desafio. Para isso estamos discutindo as questões de impostos e aquelas de produtos que chegam mais baratos porque chegam via mercado negro. Ninguém quer fugir da concorrência, que é salutar, agora ninguém quer trabalhar com concorrência predatória. Um produto que não tem origem conhecida, feito sabe-se lá a que custo social ou ambiental que entra no Brasil sem pagar impostos, ou é distribuído sem pagar impostos. Isso a indústria não pode admitir. A indústria quer uma competitividade honesta para que o consumidor tenha qualidade com responsabilidade social e ambiental.</p>
<p><strong>Desafio do preço</strong></p>
<p>O grande desafio da indústria é oferecer produtos sustentáveis para o consumo popular. Na reciclagem, por exemplo, se a indústria em vez de dar descarte final, recupera um produto, tornando- o matéria-prima de outro processo, por que deveria pagar novo imposto sobre ele? Não é sobrepreço, sobretaxação? Isso precisa ser revisto pelo governo e pela sociedade.</p>
<p><strong>Eficiência energética</strong></p>
<p>Na questão de energia, é fundamental trabalhar com eficiência energética. Precisamos utilizar bem a energia. Não há energia sem recurso natural, ou é petróleo, ou é gás, carvão, hidroeletricidade ou biomassa. Isso tem um custo elevado. Então, precisamos evitar desperdícios, ter projetos mais eficientes para aproveitamento de água, de energia solar, enfim, melhorar o uso. Por que usar uma lâmpada incandescente que consome 10 vezes mais que uma lâmpada fria? É preciso ter programas que incentivem o uso eficiente, porque a energia é muito cara.</p>
<p><strong>Consciente</strong></p>
<p>A indústria catarinense tem boa tecnologia, é de ponta, é exportadora, o que exige que seja eficiente. Nas questões ambientais, a média e grande indústria estão muito bem, têm bom sistema de gestão, todos os sistemas ambientais devidamente aprovados e licenciados; é uma indústria consciente. As pequenas e médias é que ainda estão no caminho, precisam de apoio para se adequarem ou para terem sistemas mais eficientes de gestão ambiental.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Notícias do Dia &#8211; Coluna Adriana Baldissarelli &#8211; 12/05/2012</p>
<p><a title="Notícias do Dia" href="http://www.ndonline.com.br/florianopolis/colunas/panorama/28320-ponto-de-vista-com-jose-lourival-magri-a-industria-quer-competitividade-honesta.html" target="_blank">Link de origem </a></p>
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		<title>Sinapse da Inovação e Polo Inovale são abordados em reunião na Inova@SC</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 16:03:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O secretário de Desenvolvimento Regional de Joaçaba, Jair Antônio Lorensetti participou, nesta quarta-feira (9), em Florianópolis, de uma reunião com a equipe técnica da Inova@SC. Em pauta, os resultados da mesorregião Meio-Oeste no Sinapse da Inovação 2011 e o projeto do Polo de Inovação do Vale do Rio do Peixe (Inovale). O Sinapse da Inovação, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1076" class="wp-caption aligncenter" style="width: 933px"><a href="http://www.inovasc.org.br/wp-content/uploads/2012/05/jba.jpg"><img class="size-full wp-image-1076" title="jba" src="http://www.inovasc.org.br/wp-content/uploads/2012/05/jba.jpg" alt="" width="923" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Veja o Vale</p></div>
<p><strong><em>O secretário de Desenvolvimento Regional de Joaçaba, Jair Antônio Lorensetti participou, nesta quarta-feira (9), em Florianópolis, de uma reunião com a equipe técnica da Inova@SC. Em pauta, os resultados da mesorregião Meio-Oeste no Sinapse da Inovação 2011 e o projeto do Polo de Inovação do Vale do Rio do Peixe (Inovale).</em></strong></p>
<p>O Sinapse da Inovação, uma iniciativa do Governo do Estado, foi criado em 2009 e resulta na geração de empresas e na criação de produtos ou processos inovadores. Do total de 100 projetos aprovados na Operação 2011, oito são da mesorregião Meio-Oeste, que abrange municípios das SDRs Joaçaba, Videira, Caçador, Campos Novos e Curitibanos. Depois de os vencedores cumprirem as últimas exigências do edital, cada ideia receberá R$ 50 mil em subvenção econômica, capacitação e consultoria tecnológica.</p>
<p>O desempenho da mesorregião Meio-Oeste foi elogiado pelo técnico da Inova@SC, Diógenes Feldhaus. Segundo ele, os números são resultado de um forte trabalho de divulgação. Lorensetti lembra que a mesorregião superou o número de ideias premiadas nas últimas edições do programa, quando foram aprovados nove projetos (três em 2009 e seis em 2010). “Começamos com 79 ideias inscritas em 2009, evoluindo para 134 em 2010 e 184 em 2011”, ressalta o secretário regional.</p>
<p>Outro assunto abordado foi o Polo de Inovação do Vale do Rio do Peixe (Inovale). O projeto, uma das prioridades da região de Joaçaba para 2012, está em fase de captação de recursos e as primeiras atividades são previstas para este ano. “O Inovale está entre os três polos de inovação que inicialmente serão criados em Santa Catarina”, informa Lorensetti.</p>
<p>O Inovale, que visa a disseminação da inovação e de novas tecnologias, além de gerar desenvolvimento sustentável e empreendimentos inovadores, terá sede em Joaçaba e contemplará os 14 municípios de abrangência da SDR e da Associação dos Municípios do Meio-Oeste Catarinense (Ammoc). As áreas de atuação serão: alimentos (bacia leiteira), engenharia biomédica, florestas renováveis, metalmecânico e energias renováveis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Veja Vale &#8211; 05/10</p>
<p><a title="Veja o Vale" href="http://www.vejaovale.com.br/portal/noticia/id/2854" target="_blank">Link de origem </a></p>
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		<title>Espanhóis conhecem modelo de associativismo do setor de TI</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 13:04:32 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1053" class="wp-caption aligncenter" style="width: 933px"><a href="http://www.inovasc.org.br/wp-content/uploads/2012/05/espanhois_.jpg"><img class="size-full wp-image-1053 " title="espanhois_" src="http://www.inovasc.org.br/wp-content/uploads/2012/05/espanhois_.jpg" alt="" width="923" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Filipe Scotti</p></div>
<p>Uma comitiva de espanhóis da região da Catalunha conheceu nesta quarta-feira (9) o modelo de associativismo das empresas de tecnologia da informação e comunicação de Santa Catarina. O grupo participou de encontro promovido pela Federação das Indústrias (FIESC) em conjunto com a Acate e com a Inova@SC, entidade do governo catarinense responsável por promover a inovação no Estado.</p>
<p>O presidente da Acate, Rui Luiz Gonçalves, afirmou que Santa Catarina adotou um modelo de organização para o setor de TI baseado em propriedade intelectual com empresas intensivas em conhecimento.</p>
<p>O governo de Santa Catarina e o da Catalunha assinaram em 2011 um acordo que prevê cooperação nas áreas acadêmica, científica, tecnológica e empresarial.</p>
<p>O presidente da FIESC, Glauco José Côrte, que participou da abertura do evento, afirmou que a delegação está no País num momento importante da economia brasileira, com um mercado interno forte e com o aumento da participação do País na economia mundial. No entanto, ressaltou que o Brasil pode crescer mais, de forma sustentável e com a promoção de mais investimentos em educação, inovação e tecnologia. &#8220;A CNI e a FIESC estão empenhadas em aumentar a competitividade da indústria brasileira e catarinense. A melhora da competitividade e da qualidade de vida do povo brasileiro passa por investimentos em tecnologia e inovação&#8221;, salientou ele.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fiesc &#8211; 09/05/2012</p>
<p><a title="Fiesc" href="http://www2.fiescnet.com.br/web/pt/site_topo/principal/noticias/show/tipoNoticia/2/id/10687/portalId/1" target="_blank">Link de origem </a></p>
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		<title>Santa Catarina e a Rio+20, por Marcus Americano da Costa Filho*</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 19:12:54 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.inovasc.org.br/wp-content/uploads/2012/05/rio20+_.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1043" title="rio20+_" src="http://www.inovasc.org.br/wp-content/uploads/2012/05/rio20+_.jpg" alt="" width="923" height="225" /></a></p>
<p>A ênfase à preservação do meio ambiente gera uma preocupação direta em como diminuir o impacto da ação humana sobre a Terra. O assunto foi discutido pela primeira vez no final da década de 1980 e irá se estender por tempo indeterminado, haja vista o difícil acordo internacional na tentativa de amenizar a emissão dos gases causadores do efeito estufa. Apesar de ter havido avanço desde a assinatura do Protocolo de Kyoto, em 1997, é visível a má vontade dos principais poluidores do planeta China, Índia e EUA quando se trata de redução das emissões.</p>
<p>Neste contexto, surge a ideia de desenvolvimento sustentável, e o uso da energia renovável é visto como uma alternativa à dependência das fontes de energia convencionais poluentes. Destarte, após 20 anos Eco-92, a cúpula da ONU retorna ao Rio de Janeiro para o evento, não à toa, denominado Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável. SC, por meio de suas experiências com geração de energia eólica, solar ou da biomassa, vem atraindo a atenção dos capitalistas de risco, dada a excelência do ensino de suas universidades, a biodiversidade e a economia favoráveis.</p>
<p>Embora a implementação da energia limpa ainda seja de alto custo quando comparada à das fontes tradicionais, existem razões estratégicas para o investimento. Além do aprendizado tecnológico, uma matriz energética diversificada diminui o risco de dependência externa. As fontes renováveis e eficientes constituem uma parte considerável na cadeia produtiva, proporcionando inegável superávit econômico e ambiental à sociedade. Ademais, pode-se acrescentar uma contribuição estrutural em termos de competitividade e exportação, gerando emprego e renda.</p>
<p>Sincronizar a ciência com a vantagem que a natureza nos proporcionou fará de SC um modelo a ser seguido em questão de energia renovável.</p>
<p>*Mestre em Engenharia Elétrica e pesquisador da UFSC</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Diario Catarinense &#8211; 09/05</p>
<p><a title="DC" href="http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&amp;local=18&amp;source=a3752523.xml&amp;template=3898.dwt&amp;edition=19560&amp;section=131">Link de origem</a></p>
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		<title>Juro Zero faz seis meses de operação com mais de 8 mi de empréstimos</title>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 21:35:46 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.inovasc.org.br/wp-content/uploads/2012/05/juro_.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1035" title="juro_" src="http://www.inovasc.org.br/wp-content/uploads/2012/05/juro_.jpg" alt="" width="923" height="225" /></a></p>
<p>O programa Juro Zero, para microempreendedores individuais (MEIs), criado pela Secretaria do Desenvolvimento Sustentável (SDS) e realizado em parceria com a Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina (Badesc), o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/SC) e a Associação das Organizações de Microcrédito de Santa Catarina (Amcred), completou seis meses de operação, nesta terça-feira (8). “Chegamos a R$ 8,2 milhões emprestados, em 2.985 operações”, celebra o titular da SDS, Paulo Bornhausen.</p>
<p>O programa foi lançado em 8 de novembro de 2011, em cerimônia comandada pelo governador Raimundo Colombo no Largo da Alfândega, em Florianópolis. “Foi um dia muito especial para o meu governo”, lembra Colombo. “Ali mostramos o real significado do governar com as pessoas sempre em primeiro lugar”, afirmou.</p>
<p>Segundo Bornhausen, o Juro Zero, além de um programa de crédito, é, sobretudo, uma ação de valorização do esforço pessoal do catarinense. “O Governo do Estado está atendendo o desejo de mais de 60% dos catarinenses, que querem ser empreendedores”, afirma, citando pesquisas já publicadas na imprensa.</p>
<p>Ao se inscrever no Juro Zero e depois de receber o dinheiro, o MEI recebe, gratuitamente, consultoria de gestão financeira e inovação, dada pelo Sebrae/SC. “É graças a esta consultoria, dada individualmente em três visitas dos agentes de orientação empresarial e de inovação, que o programa apresenta um baixíssimo índice de inadimplência”, fala Paulo Bornhausen. Segundo ele, este índice pode diminuir, pois em junho vence a sétima parcela dos primeiros contratos. Para fazer merecimento do benefício, ou seja, ficar sem o juro do empréstimo, o empresário precisa estar em dia.</p>
<p>Ao comemorar os números, referentes a balanço fechado em 30 de abril pela Amcred, o secretário disse que a adesão ao programa pode aumentar. “Existem MEIs que, por algum problema, voltaram à informalidade. Regularizar a sua situação é simples, basta colocar seus impostos em dia” explica o titular da SDS, lembrando que o Sebrae pode auxiliar neste processo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável</p>
<p><a title="SDS" href="http://www.sds.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=918&amp;Itemid=152&amp;lang=" target="_blank">Link de origem </a></p>
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		<title>Santa Catarina recebe missão empresarial da Catalunha</title>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 17:59:41 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.inovasc.org.br/wp-content/uploads/2012/05/missaocat1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1022" title="missaocat" src="http://www.inovasc.org.br/wp-content/uploads/2012/05/missaocat1.jpg" alt="" width="923" height="225" /></a></p>
<p>Para desenvolver ações conjuntas promovendo a inovação, nesta terça-feira (8), o secretário do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), Paulo Bornhausen, e o diretor do Inova@SC, Luis Antonio Alves de Oliveira, receberam uma comitiva da Catalunha. Para o secretário da SDS, especialmente neste momento, a vinda da missão comercial e governo catalão ganha um contorno especial. “Confirmam interesse, dando continuidade ao acordo assinado ano passado e mostram ao Brasil e ao mundo que Santa Catarina é um Estado diferenciado”, define, destacando o momento como uma oportunidade de conhecimento mútuo.</p>
<p>O termo entre os governos foi assinado no Palácio do Governo da Catalunha em dezembro de 2011. O diretor-geral da Secretaria de Assuntos Exteriores, Francesc de Paula Gambús, falou dos aspectos semelhantes entre a comunidade autônoma espanhola e Santa Catarina, especialmente nos setores tecnológicos e de inovação. “Ambos são estratégicos e estão bem conscientes das exigências do mundo de hoje”, relatou. Para diretor-geral da ACC1Ó, Josep Moragas, é importante que o acordo seja uma relação de confiança mútua. “Faremos reuniões para estabelecer bases para o futuro”, disse. A ACC1Ó é a agência de apoio à <strong>competitividade da empresa e </strong>fomenta os investimentos externos do governo catalão.</p>
<p>O diretor do Inova@SC, Luis Antonio, informou que mesmo antes do grupo chegar ao Estado, empresas da Catalunha já discutem investimentos em Santa Catarina. &#8220;Estamos vendo bons resultados dessa cooperação com tanto industrial como comercial, com confirmação de instalação, aqui, de grandes empresas catalãs e espanholas que vêm através da Catalunha&#8221;, ressaltou.</p>
<p>Durante a tarde eles participarão de evento do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/SC), com apresentação da dinâmica do empreendedorismo catarinense. As empresas que fazem parte da comitiva farão, ainda, visitas tecnológicas, que incluem a Incubadora Celta e o Sapiens Parque.</p>
<p>O grupo que participa da missão empresarial é composto também por diretores e consultores de sete empresas catalãs: Aetech, que atua com automatização, controle industrial e engenharia de processos; Aqualogy, que oferece soluções e otimização no uso dos recursos hídricos; Idom Ingenieria y Sistemas, com serviços de arquitetura, engenharia e consultoria; IDP, também no ramo da construção civil; Jansana De La Villa De Paauw, com especialização em meio ambiente e áreas degradadas; Kim Global, que trabalha com gestão da transferência de tecnologia e inovação; e Titech, pioneira na automação da reciclagem de resíduos e líder mundial no setor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Negócios internacionais</strong> – Na quarta-feira (9), às 14h30, no auditório da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC) acontecerá o Encontro de Negócios Internacionais Santa Catarina – Catalunha. Serão apresentadas oportunidades de investimentos no Estado e a participação da ACC1Ó como ponte de negócios.</p>
<p>A missão empresarial conta com apoio da SDS, Generalitat de Catalunya, Inova@SC, ACC1Ó, Fiesc, Sebrae, Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate) e Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras (Certi).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável</p>
<p><a title="SDS" href="http://www.sds.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=914&amp;Itemid=152&amp;lang=" target="_blank">Link de origem</a></p>
<div><span style="color: #333333; line-height: normal; font-family: Verdana, sans-serif; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: white; font-size: 10pt;"><span style="font-family: verdana, geneva;"><span style="color: #000000;"><br />
</span></span></span></div>
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		<title>O Brasil e a cultura de patentes</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 17:16:58 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.inovasc.org.br/wp-content/uploads/2012/05/pantentes1.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-984" title="pantentes" src="http://www.inovasc.org.br/wp-content/uploads/2012/05/pantentes1.png" alt="" width="923" height="225" /></a></p>
<p>Na semana em que a presidente Dilma Rousseff apareceu no encontro Cúpula das Américas com o mesmo brilho e intensidade que o presidente americano Barack Obama, chamou-me a atenção, mais que o fato histórico ímpar para o Brasil – prova de que a atuação do país ultrapassa suas fronteiras sul americanas –, o pedido da presidente brasileira, como sugestão, para que os cientistas verde e amarelo venham a ser avaliados por sua produção científica, como tem sido, mas, também, por invenções e patentes.</p>
<p>Como patente está entre os ativos reais da acumulação de capital e formação de riquezas no atual estágio econômico da sociedade do conhecimento – isto é, tecnologia da informação, ciência, inovação, educação complexa –, sugerir que os trabalhadores do conhecimento mais destacados sejam avaliados pela produção de ativos é sinal que o Estado brasileiro despertou de seu sono profundo para esse fato emitente e definitivo dos processos de PDI, embora haja um equívoco parcial: não é papel da universidade produzir patentes.</p>
<p>Não é papel da universidade produzir patentes, mas isso não quer dizer que a universidade não possa produzir patentes ou não possa estar na liderança de projetos que tenham por objetivo a produção em escala de patentes que signifiquem uma estabilidade nos processos de inovação compatíveis com as necessidades do tempo presente. O conceito de educação complexa não começa com a universidade, nem dispensa a atuação realizadora nas empresas. Começa na expectativa que a sociedade cria sobre o presente e o futuro em forma de objetos e interesses. Basta ilustrar a questão com Vale e Petrobras, antenadas com demandas presentes e futuras: tiveram aumento no número de patentes registradas, prática que, no Brasil, era quase exclusividade das universidades e institutos de pesquisa. Por outro lado, as empresas seguiram desenvolvendo inovação em conjunto com instituições de ensino e pesquisa.</p>
<p>Em todos os países desenvolvidos que já compreenderam o que faz patentes e o que é necessário para que haja a transformação de patentes em produtos, processos, serviços, padrões, é a indústria que produz patentes. A indústria em parceria com universidades e centros de pesquisa, porque a inovação não tem fronteiras. E as patentes têm influência na substituição ou transformação dos ativos econômicos. Para estes países, está claro: o papel da universidade é produzir um ambiente de conhecimento complexo que simule, identifique e proponha soluções e alternativas às faltas e às insatisfações da sociedade. E isso é muito. Em todo caso, a cultura da inovação tem de estar na inspiração dos ambientes de universidades e empresas para que se torne um bem essencial. Sob este aspecto, na década de 1990, o líder empresarial Edson Vaz Musa lançou os fundamentos para a montagem de um instituto que unia Universidade e Empresa. Persiste até hoje e é o avô de todos os outros que estimula a cultura da inovação em proximidade universidades e empresas. Se os fundamentos são acelerados, hoje, é importante lembrar que devemos isso a iniciativas da década passada.</p>
<p>Produzir conhecimento não é, necessariamente, desenvolver produtos, processos e padrões patenteáveis. Há uma lei, no Brasil, a Lei da Inovação, regulamentada, que proporciona, em tese, de modo aproximativo, o ambiente para a cultura da patentialidade. Contempla parcerias das empresas com centros de pesquisas e pesquisadores. Se, em uma década, não andou como deveria, pergunte-se às autarquias de cooperação técnica, fomento e registro o que está acontecendo – sem se esquecer de perguntar às empresas, aos centros de pesquisas e aos pesquisadores. Vamos descobrir que, na maioria dos casos, a interpretação das possibilidades e dos limites esbarra em conclusões burocráticas que impedem as realizações.</p>
<p>Hoje, a Capes – Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – tem um programa de reconhecimento para mestrados e doutorados com pesquisas que se transformam em patentes. Mas há um inimigo oculto que pode segregar a ideia de patentes ao universo primário e intermediário da universidade: a desindustrialização. O setor de tecnologia da informação, por exemplo, carro-chefe da sociedade do conhecimento, apenas deu seus primeiros passos de crescimento – isso em um país que responde pelo quinto lugar em consumo de produtos associados ou integrados por TI (RCR/IBCD).</p>
<p>À medida que o país produz a realidade de suas necessidades, expectativas e interesses, os padrões de pesquisa avançam, se diversificam, aparecem as inovações. Sem indústrias para desenvolver e inovar, não há como apoiar pesquisas. O intercâmbio de pensadores é uma das máximas essenciais da sociedade do conhecimento. O país não pode abrir mão, claro, pois não há como criar evolução e prosperidade sem aprender com o outro, sem reconhecer o outro.</p>
<p>O Brasil não está estagnado, todavia. Em comparação a outros países que começaram antes, os números brasileiros podem ser modestos, mas, comparados a nós mesmos em anos anteriores, a situação é de cenário positivo. O DWPI – Índice Mundial Derwent de Patentes, da Thomson Reuters, mostrou que o total de pedidos de patentes inovadoras no Brasil aumentou 64%, entre 2001 e 2010. Foram 130 mil registros. Destes, 5,5 mil no ano passado. Em uma década, 73% dos pedidos de patentes vêm das empresas, enquanto 27% são patentes de universidades. Prova de que as empresas são produtoras de patentes. Entre as dez maiores produtoras de patentes, cinco são empresas: Petrobras, Semeato Indústria e Comércio, Máquinas Agrícolas Jacto, Vale e Usiminas.</p>
<p>Em uma década, o mundo teve 48 milhões de registros de patentes. Em nenhuma outra época, e até mesmo a soma de décadas, não chegou perto deste impulso que, não por acaso, chama-se de época da inovação e sociedade do conhecimento. Na década final do século XX, os Estados Unidos lideravam na produção de patentes. Nesta primeira década de um novo século, a China lidera com 3 milhões de registros inovadores.</p>
<p>Nas universidades brasileiras, hoje, há entendimento sobre a complementação da produção de conhecimento (ciência básica) com a geração de produtos e inovação (ciência aplicada). Esta mudança também despertou nas indústrias, a ponto de existirem entre nós a Lei da Inovação e a Lei do Bem (sobre pesquisa nas empresas com participação de pesquisadores e centros de pesquisa). A sugestão da presidente Dilma Rousseff não é um equívoco sem propósito: aí está o momento para aprofundarmos o debate sobre o sentido da produção de patentes na relação Estado, centros de pesquisas, pesquisadores, sociedade civil, empresas nacionais e transnacionais. Para a inovação o mundo é sem fronteiras. No Brasil, a cultura de produção de patentes está, apenas, começando.</p>
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<p>Coluna Órbitas da Inovação &#8211; Paulo Cunha &#8211; 07/05</p>
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